AMARILDO ANZOLIN
No panorama que pretendo traçar da poesia experimental e visual brasileira não poderia faltar o trabalho instigante do multimidiático Amarildo Anzolin de quem temos o conjunto “Única Coisa”, composto de um videocassette, um CD e um livro, de 1999. Quando for possível, divulgaremos obras mais recentes. Antonio Miranda
“Sua poesia, de procedimento experimental, faz uso de veículos disponíveis (computador, vídeo e instrumentos musicais) para chegar numa confluência de linguagens (videoarte, música, arte eletrônica, performance, artes plásticas, fotografia, etc.) que modulam a (sua) “única coisa”. É nessa zona de fronteira, minada de meios, sentidos, signos, que os poemas ganham identidade e não disfarçam as tensões entre “limpo” e “sujo”, lirismo e técnica, rigor e vida. Essa consciência de linguagem e tempo confirma ser um trabalho intencionalmente contemporâneo. Amarildo sabe que a experimentação na acabou com o fim dos movimentos de vanguarda e que a poesia será sempre “uma viagem ao desconhecido”(Maiakovski)” RICARDO CORONA
De
Amarildo Anzolin
ÚNICA COISA
[Curitiba LRM, 1999]
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