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É artista plástico, cineasta, ator, compositor e poeta. Oriundo da "Geração 80", realizou nove individuais, entre elas "Tabela de Cor" (Paço Imperial, 1996). Dirigiu "Edifício Copacabana" (mini-dv 2002) e "Prolixo" (mini-dv 2001). Dirigiu "Maria Leontina - Gesto Suspensão" ( 16 mm , 2004). "Bala na marca do pênalti" ( 35 mm , 2003). Sempre escreveu poesia que acabavam virando música. Desde 1996 desenvolve poesia visual, em seu projeto Vínculos de Equilíbrio. (Extraído de República dos Poetas; antologia poética. Rio de Janeiro: Museu da República Editora, 2005)
Alexandre Dacosta é o artista da hibridez, da integração das artes, do que eu prefiro chamar de “arte verbal”. por associar imagens e letras, no caso dele, também palavras ou, no extremo, criando sem palavras. Do poema-objeto ao objeto-poema. Pós-concreto, associa imagens e textos discursivos.
Alexandre Dacosta diz que suas “experiências autorais com poesias gráficas e poemas-objetos começaram em 1996 para os livros de artistas plásticos Dialeto (1997) e Dialeto, volume II (2000), continuaram no álbum de serigrafias da exposição coletiva Pequenos delitos (2000), no libreto Vínculos de equilíbrio – tecnopoéticas, impresso em fotocópias pelo CEP 20.000 (2004), e na antologia poética República dos poetas (2005), publicado pela editora do Museu da República” onde nós o descobrimos.
Agora, ele nos envia um exemplar do excelente e bem editado[ tecnopoética ], da 7LETRAS, do Rio de Janeiro,2010, de onde extraímos mais 4 exemplos para demonstrar sua inventividade. Vale a pena seguir os passos deste poeta, artista plástico e gráfico.
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