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JOAQUIM BRANCO 1960 - 1966 - Graduação em Direito:Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro, Brasil. 1972 - 1975 - Graduação em LetrasFaculdades Integradas de Cataguases, FIC, Minas Gerais, Brasil. 1998 - 2001 - Mestrado em Literatura Brasileira Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora - CES, Minas Gerais, Brasil. Título: O MOVIMENTO VERDE: A poesia vanguardista de Cataguases na década de 1920. Ano de obtenção: 2005. Orientadora: Thereza da Conceição Apparecida Domingues. 2003 - Doutorado em Letras (em andamento)
Bibliografia: Concreções da fala Poemas. Cataguases:Edição do autor, 1969; Consumito Poemas. Belo Horizonte: Edição da Impresa Oficial de Minas Gerais, 1975; Laser para lazer Poemas. Cataguases: Edições Totem, 1984; Marginais do Pomba Contos (org.). Cataguases: Fundação Cultural Francisco Inácio Peixoto, 1985; 500 anos do descobrimento da América Texto e pintura (erm parceria com D´Paula). Cataguases: Edição Hidroazul, 1993; O caça-palavras Poemas. Cataguases: Fundação Cultural Ormeo J. Botelho, 1997; Do pré ao pós-moderno Manual de literatura. Cataguases: Proler/Cataguases, 1998; Ascânio, o poeta da Verde (org.). Cataguases: Edições Totem, 1998, além de livros de crítica, literatura infantil, etc. Ver também poemas visuais em: Página do autor: www.joaquimbranco.cjb.net/
Joaquim Branco
alguns poemas anteriores + gráficos para o consumo. gráficos: fim da arte poética linear/alfabética, utilização da palavra apenas quando requerida. humor, poema/trabalho contra poesia/flores, signos não-verbais. trabalho + revisão. por uma linguagem universal contra a barreira das línguas. contra o bom-mocismo das letras, pelo vigor tropical e pelo sexo. pela ciência poética.
Um dos poemas do livro:
Joaquim Branco
"(...) No Poema/Processo, a partir de 1968, Joaquim Branco encontraria — a partir de pesquisas gráficas e visuais — um porto seguro para a fixação de sua poeticidade. / Uma poeticidade viva, explosiva, que, com o passar dos anos, seria marcada pela limpeza dos signos: a construção de um painel crítico relacionado com o nosso tempo e o nosso mundo". MOACY CIRNE
"O que fascina em Joaquim Branco é exatamente isso: a capacidade de navegar nos sete mares, nos setestrelos, e singrar absoluto. O poeta orienta a constelação de signos, linossignos, collages, portemanteaux que irão formar o poema em processo, o poema en train de se faire". RONALDO WERNECK, 1975
JOAQUIM BRANCO é sobretudo conhecido por sua participação em movimentos de poesia de vanguarda, a exemplo desta peça que circulou no auge da ARTE POSTAL – MAIL ARTE no Brasil, nas década de 80 do século passado. Doação da peça acima feita por PACO CAC ao acervo da POESIA IBEROAMERICANA.
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