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Bento de Figueiredo TENREIRO ARANHA

 

Nascido na vila de Barcelos, na então capitania de S. José do Rio Negro, Amazonas, a 4 de setembro de 1769 e falecido a 25 de novembro de 1811. Foi Alferes de milícias e diretor da vila de Índios de Oeiras.

 

Autor de  Obras poéticas. Para, 1850, publicação póstuma.

 

 

SONETO

 

Se acaso aqui topares, caminhante,

Meu frio corpo já cadáver feito,

Leva piedoso, com sentido aspeito,

Esta nova ao esposo aflito, errante...

 

Diz-lhe como de ferro penetrante

Me viste, por fiel, cravado o peito,

Lacerado, insepulto e já sujeito

O tronco feio ao corvo altivolante;

 

Que dum monstro inumano, lhe declara,

A mão cruel me trata desta sorte;

Porém que alívio busque à dor amara,

 

Lembrando-se que teve uma consorte

Que, por honra da fé que lhe jurara,

À mancha conjugal prefere a morte.

 

 

Bento de Figueiredo TENREIRO ARANHA

 

Extraído de SONETOS BRASILEIROS Século XVII – XX. Colletanea organisada por Laudelino Freire.  Rio de Janeiro: F. Briguiet & Cie., 1913.

 

Página publicada em junho de 2009



 

 

 
 
 
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