Home
Sobre Antonio Miranda
Currículo Lattes
Grupo Renovación
Cuatro Tablas
Terra Brasilis
Em Destaque
Textos en Español
Xulio Formoso
Livro de Visitas
Colaboradores
Links Temáticos
Indique esta página
Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRACIELA TORRES

 

 

Higuerote, Miranda (Venezuela), 1928. Estudios de medicina y pediatría. Médica pediatra. Fundadora directora de la fonoteca Edic. Voz y Poesía. Antóloga. Pres. Asoc. Médicos Escritores, Soc. Estudios Vallejianos (Cap. Venezuela). Antóloga. Miembro Correspondiente de la Academia Venezuela de la Lengua. Miembro de Sociedad Bolivariana, Sociedad Venezolana de la Historia. Distinciones: Orden del Libertador (1996), Andrés Bello, Francisco Miranda. Poemarios publicados: "Estación del silencio"(1971), "Los naipes de la lluvia" (1977), "Carta a Bolívar" (l983, 1992), "Poemas solares" {1987), "Quemarada" (1998), "Pátina" [2002). Premios: Círculo Escritores de Venezuela (1992).

 

 

TEXTOS EN ESPAÑOL   -   TEXTOS EM PORTUGUÊS

 

 

LA SED

 

                Estatura precoz de los enigmas

Barrido asueto

donde un grillo tripula mis angustias

Valijas de tedio

Preludio de puertos aburridos

también barcos y destinos

Hoy codifico el color de la nostalgia

Viajo hacia el sur de alguna letra

Renuncio a los andamios de la sed

Deambulo

Camino a tientas

Aguas de olvido

Decimales de alegría a veces decimales de tristeza

Fugitiva estructura que me cubre

Crédito de angustia

Canto precoz de mis azules

Tarde

pregúntale a la noche

si no comparto con las horas

este salobre pan que a veces

tiene sabor de soledades

 

(2002)

 

(Poema extraído dehttp://www.prometeodigital.org/) 

 

 

 

NORTE. REVISTA HISPANO-AMERICANA – Quinta época No. 505-506  Mayo – Agosto 2014.   Ex. bibl. Antonio Miranda

 

 

CANTO A WALT WHITMAN

Canto Walt Whitman a tu voz

       tu sol ascendente me sonríe.
En denso amanecer de hierbas
entre hojas llenas de espacios
regreso a tu voz alucinada
a tus poemas "lo que yo siento lo mismo
sintieren otros".
Los bosques traen sus monedas lunares.
Mi universo dibuja tu horizonte
la palabra llega en marejadas de asombro
melodias fluviales
quiero decirte poeta que aún estamos
aún existen ojos que se miran
en el infinito azul de tu retina.
En este hoy espejo de tu nombre
recibo tu palabra
sol que ilumina
los pasos
la senda
y también la más absurda oscuridad.
Creaste bosques en la ciudad gris
hasta este rincón
llegan tus luces radiantes de Manhatan.
Quisiera decirte que tu palabra
lanza retos de amor
pedazos de sol sobre los días.
Enséñame la ruta de tus verdes.
La isla pez donde naciste
en ratablos de invierno
regresas a la edad de mis afectos
absorbo tus ciudades de Cristal
tiza blanca de los sueños de hierba
transformo en Hojas de Hierba mis cenizas
recibo tu legado.
Ruecas de estambre visionario
anuncian las comarcas del humo.
Mi piel
rostro antiguo
fugitiva estrutura que me cubre
ata el alma con el hilo de todas las edades.
Me fugo
canto
clamo a la multitud
tomo tu palabra para mí
y también para este canto.
Recibo tu eco
tu poema "Nunca hubo más principio
que ahora
quédate conmigo este día y esta noche
tuyo será el origen de todos los poemas
serás dueño de los bienes de la tierra
y del sol
aún quedan millones de soles."

 

 

 

TEXTOS EM PORTUGUÊS
Tradução de Antonio Miranda

 

 

A SEDE

 

                Estatura precoce dos enigmas

Varrido feriado

onde um grilo tripula minhas angustias

Maletas de tédio

Prelúdio de portos tediosos

Também navios e destinos

Hoje codifico a cor da nostalgia

Viajo até o sul de alguma letra

Renuncio aos andaimes da sede

Deambulo

Caminho às cegas

Águas do esquecimento

Decimais de alegria às vezes decimais de tristeza

Fugitiva estrutura que me cobre

Crédito de angústia

Canto precoce de meus azuis

Tarde

Pregunte à noite

se não compartilho com suas horas

este salobre pão que às vezes

tem o sabor de solidões

 

(2002)

  

 

 

 

 

       CANTO A WALT WHITMAN

Canto Walt Whitman a tua voz

       teu sol ascendente me sorri.
Em denso amanhecer de ervas
entre folhas plenas de espaços
regresso à tua voz alucinada
aos teus poemas "o que eu siento o mesmo
outros sentiram".
Os bosques traem suas moedas lunares.
Meu universo desenha teu horizonte
a palavra chega em marejadas de assombro
melodias fluviais
quero dizer-te poeta que ainda estamos
ainda existem olhos que se miram
no infinito azul de tua retina.
Neste hoje espelho de teu nome
recebo tua palavra
sol que ilumina
os passos
o caminho
e também a mais absurda escuridão.
Criaste bosques na cidade cinza
até este lugar
chegam as tuas luzes radiantes de Manhattan.
Quisera dizer-te que tua palavra
lança desafios de amor
pedaços de sol sobre os dias.
Ensina-me o caminho de teus verdes.
A ilha peixe onde nasceste
em ratábulos de inverno
regressas à idade dos meus afetos
absorvo tuas cidades de Cristal
giz branco dos sonhos de erva
transformo em Folhas de Erva minhas cinzas
e recibo o teu legado.
Rocas de estame visionário
anunciam as comarcas de névoa.
Minha pele
rosto antigo
fugitiva estrutura que me cobre
ata a alma com o fio de todas as idades.
Fujo
canto
clamo à multidão
tomo tua palavra para mim
e também para este canto.
Recebo teu eco
teu poema "Nunca houve mais princípio
do que agora
fica comigo neste dia e nesta noite
tua será a origem de todos os poemas
serás dono dos bens da terra
e do sol
ainda restam milhões de sóis."

 

 

 

 

VEA y LEA otros poetas de VENEZUELA en este Portal:

 

http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/venezuela/venezuela.html

 

 

 

Página publicada em dezembro de 2020

 


 

 

 
 
 
Home Poetas de A a Z Indique este site Sobre A. Miranda Contato
counter create hit
Envie mensagem a webmaster@antoniomiranda.com.br sobre este site da Web.
Copyright © 2004 Antonio Miranda
 
Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Home Contato Página de música Click aqui para pesquisar