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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagen extraída de: http://tumaskota.com/casabello/portfolio

 

 

EUNICE ESCALONA

 

 

ació en Caracas. Es abogada graduada de Universidad Católica Andrés Bello. Ha realizado cursos de Letras en la Universidad Central de Venezuiela además de inglés, francés y doblaje artístico.

Publicaciones y premios: Compañía color de cié poemas (1971) con el que obtuvo el primer premio, unanimidad, en el Primer Concurso para Jóvenes Poetas de la Universidad Católica Andrés Bello; Una certe. preciosa, poemas (1978), auspiciado por el grupo literario Parnasillo, de la ciudad de San Cristóbal, estado Táchira, ce el cual obtuvo el Premio Ramón Antonio del Valle Laveau de Ciudad Bolívar; Aposento del amanecer, poemas (1991 publicado por el Fondo Editorial de Fundarte; Cuento venezolanos de navidad; J.A. Escalona-Escaloña, poeta y antologista, selección (2008).

Ha publicado poemas y artículos en periódicos y revistas nacionales y extranjeras como la revista infantil Tricolor, con premio por su cuento El venadito Locha. Algunos festivales donde ha participado: Festival Internacional de Poesía de Cartagena de Indias, Colombia en 1998; Recital de Poesía de la Casa del Artista, 2006. Expuso como poeta invitada, junto a importantes artistas plásticos de nuestro país, en la Exposición Piano Piano, con objeto intervenido y poema, del Centro de Arte y Fundación Daniel Suárez, Caracas, 2007.

 

 

ANTOLOGÍA 5to. FESTIVAL MUNDIAL  2008. Homenaje a Gustavo Pereira.   África / América / Ásia / Europa / Oceanía.  Caracas, Venezuela: Fundación Casa Nacional de las Letras Andrés Bello, 2009.  372 p.  15,5x20 cm. "5º. Festival Mundial de Poesía".   ISBN 978-980-214-221-7   Ej. bibl. Antonio Miranda

 

 

TEXTOS EN ESPAÑOL – TEXTOS EM PORTUGUÊS

 

 

 

 

TEXTOS EM PORTUGUÊS

Tradução: ANTONIO MIRANDA

 

 

       OH DIA DESCOBERTO

Posso a vida
não será tanto e é a vida,
com as sombras que sopram
até os augúrios contrários...
Mas eu e o vento
adoramos os barcos
e a travessia é coisa nossa.
Oh dia descoberto!
formoso para desenterrar armadilhas
está claro o retábulo das maravilhas
São formosas as nuvens
e transparentes as figuras,
o chuvisco cai torrencial e invisível,
a criação é de incógnito
como o primeiro que se fez
carne soprada no foto de ambas cores
o coração se abre lento
a chamada da porta que responde
e a ave orgulhosa e brilhante do tempo,
come em nossa mão, de nosso alimento,
sonha para nós,
há um sol recostado na margem
fazendo causa com os desejos,
inquebrantável como cristal temperado
e o peito torna-se mar
mar de honestos levantamentos
e exato ritmo.
Em um instante, aparece o comum,
essa força que nenhuma máquina registra
mas que chega
a ser ineludível.
Não há o que inventar,
o dado está sem dormir
longe, bem longe da morte
e suas consequências,
a presença entra como tal,
por seu próprio pé alado
quase de semideus
e o dom,
poder receber com as naturais reverências...
é como se fôssemos especialmente para isso,
e brincando com as esferas minerais e ligeiras,
desfrutamos a música
no mais dourado silêncio.
Não importa o absoluto da origem
porque nos multiplicamos
já somos muitos
e únicos
dentro de nós mesmos,
vejo a transparência
as ausências que devem ser,
desato a garganta, o peito,
enlaço as costas
e aspirado o céu em seu tom indelével,
já não tem mais nada que perguntar.
Deixo o brilho seguindo o seu rio,
tem osso e lua, carne e solaridades
de potências incríveis, areias desenhadas
e pedras marcadas...
realmente é tanto tão cheio
para o vazio,
o corpo, esse, explicado e inexplicável
é para habitá-lo sem limites.

 

 

 

 

DE NOCHE

             
De noche
             planeo, silente
             con el viento,
             sin instrumentos
             a mi favor.
             Huyo
             de la profundidad
             del mar
             de la rapidez de dolor;
             hija del mundo,
             todavia me muerden
             sus sombras,
             las extensas espinhas
             de los jardines maltratados
             y los pensamentos
             de desamor continuo
             que no logro arrancar
             de la corteza terrestre.

 

 

 

 

Página publicada em abril de 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 
 
 
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