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ALI CALDERÓN

ALI CALDERÓN

Alí Calderón (Ciudad de México, 1982) es poeta y crítico literario. Maestro en Literatura Mexicana. En 2007 recibió el Premio Latinoamericano de Poesía. Más em
www.circulodepoesia.com
 

TEXTOS EN ESPAÑOL     /      TEXTOS EM PORTUGUÊS

De
SER EM EL MUNDO
Oaxaca, Mex.: Universidad Autónoma Benito Juárez, 2005

[A la manera de Omar Khayyam]

 

         A Waldo Leyva

 

EN UN JARDIN de leves tulipanes y rosas pálidas disfruto

         pleno la embriaguez

He bebido hasta la última gota del vino rosado

que bañó tu cuerpo y lo consagró solemne a la belleza

He probado finos racimos de vid en tu lengua

y los sabores más intensos en tu caliz

 

Hoy que los árboles de tu juventud florecen

bebo este dulce licor bajo su sombra.

 

 

A José Homero

 

VALKIRIAS DE VENENOSAS VULVAS

 

probaron la sal de mi entrepiema

En dunas de fina y tersa piel

con la lengua hilaron

mis mas íntimos vestidos

En sus grupas de nao capitana

conocí el amor

y tomé de él

hasta la última fibra.

 

Siguiendo el cuarto creciente

me cubrió el mar

en marejada.

EN SU CUERPO la noche inciensa sus heridas

El cuello bajo de su blusa aligera la tenebra

La línea de su talle registra mi deseo más lascivo

para modelarla incansable nuevamente

 

Cada leve aleteo de su parpado produce

en mi cuerpo terremotos terribles y desolación

 

Ella es la sangre que me corre irrevocable y frenética

la sangre

 

                   savia solar que sin embargo

me mantiene en la más oprobiosa tiniebla.

 

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TEXTOS EM PORTUGUÊS
Tradução de Antonio Miranda


[À MANEIRA DE OMAR KHAYAM]

A Waldo Leyva

NUM JARDIM de leves tulipas e rosas pálidas desfruto
         pleno de embriaguez
Bebi até a última gota de vinho rose
que banhou teu corpo e consagrou-o solene à beleza
Provei os finos cachos de uva em tua língua
e os sabores mais intensos em teu cálice

Agora que as árvores de tua juventude floresceu
bebo desse licor em sua sombra.


WALKIRIAS DE VULVAS ENVENENADAS

provaram do sal de minhas entrepernas
Em dunas de fina e tersa pele
com língua teceram
minhas mais íntimas vestes
Em suas ancas de nau capitã
conheci o amor
e extraí dele
até a última fibra.

Seguindo o quarto crescente
cobriu-me o mar
em maresia.

         a José Homero


EM SEU CORPO a noite incensa suas feridas
O colo baixo de sua blusa apressa a treva
A linha de seu corte registra meu desejo mais lascivo
para modelá-la incansável novamente

Cabe leve adejar de sua pálpebra produz
em meu corpo terremotos terríveis e desolação

Ela é o sangue que flui em mim irrevogável e frenético
o sangue
         seiva solar que no entanto
me mantém na mais ignominiosa treva.

 

Página publicada em setembro de 2009


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