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POESIA CUBANA DE RESISTÊNCIA

Colaboração de Goulart Gomes



   Dibujo de Mañach -  Fonte: /www.cubaliteraria.com/
Dibujo de Mañach
Fonte: /www.cubaliteraria.com/

 

 

REGINO PEDROSO

(1896-1983)

 

Poeta cubano, nació en Unión de Reyes.Su temática toma como base sus ideas socialistas y su amor por el proletariado.

 

OBRA POETICA: Nosotros (La Habana, 1933), Antologia poética (La Habana, 1938), Antologia poética (La Habana, 1939), Mas allá canta el mar(1939), Bolívar - Sinfonía de Libertad (1945), Poemas (1966). 


TEXTOS EN ESPAÑOL  / TEXTOS EM PORTUGUÊS  

MAÑANA

 

Como forjamos al hierro forjaremos días nuevos.

 

Sudorosos y fuertes,

descenderemos a lo profundo

y arrancaremos a sus entrañas las nuevas conquistas.

 

Ascenderemos a las montañas,

y el sol nos llenará su vida:

seremos pedazos de sol!

 

Forjaremos otra vida grandiosa y humana;

la eternizaremos con un potente esfuerzo unánime.

Y bajo el ojo virgen de los amaneceres,

cantaremos a la fuerza creadora del músculo

y a la armonía fraterna de las almas.

 

Muchos,

y seremos solo uno.

Para el gran canto sólo tendremosuna voz.

 

Cantaremos al hierro,

a la belleza fuerte y nueva de la máquina.

Los yunques, los tractores

que violan a la tierra en cópula mecánica;

la turbina, el dinamo;

la fuga infinita de los rieles

 - sistema venoso de acero por onde circula la vida.

Los canales de luz de los cables eléctricos

 - células cerebrales del mundo,

donde vibra la fuerza.

 

Cantaremos al hierro, porque el mundo es de hierro,

y somos hijos del hierro.

Pero estaremos sobre la máquina.

 

Un sentimiento nuevo surgirá en nuestros pechos,

y será tan inmenso,

que para amarlo se hará la tierra un corazón.

¿Dónde estará entonces nuestra amargura?

¿Dónde estos días miserables y inválidos?...

 

Como forjamos el hierro forjamos otros siglos.

Enjoyados de júbilos,

los días nuevos nos verán,

musculosos y fuertes, desfilar frente al sol.

 

Vendremos de los campos, de las ciudades, de los talleres:

cada instrumento de trabajo será como un arma;

- una sierra, una llave, un martillo, una hoz -

y ocuparemos la tierra como un ejército en marcha,

saludando a la vida con nuestro canto unánime!

 

 

 

EM PORTUGUÊS

Tradução de Goulart Gomes 

 

MANHÃ

 

Como forjamos o ferro, forjaremos dias novos.

 

Suados e fortes

desceremos às profundas

e arrancaremos de suas entranhas novas conquistas.

 

Ascenderemos às montanhas

e o Sol nos encherá de vida:

seremos pedaços do Sol!

 

Forjaremos outra vida, grandiosa e humana;

a eternizaremos com um potente e unânime esforço.

E sob o olhar virgem dos amanheceres,

cantaremos à força criadora do músculo

e à harmonia fraterna das almas

 

Muitos,

e seremos só um.

Para o grande canto solo teremos uma voz.

Cantaremos ao ferro,

à beleza forte e nova da máquina.

à bigorna, aos tratores

que violam a terra em cúpula mecânica;

à turbina, ao dínamo;

à fuga infinita dos trilhos

- sistema nervoso de aço por onde circula a vida.

Os canais de luz dos cabos elétricos

- células cerebrais do mundo,

onde vibra a força.

 

Cantaremos ao ferro, porque o mundo é de ferro.

e somos filhos do ferro.

Mas estaremos sobre a máquina.

 

Um sentimento novo surgirá em nossos peitos

e será tão imenso

que para amá-lo a terra se transformará em um coração.

Aonde estará, então, nossa amargura?

Aonde estes dias miseráveis e inválidos?

 

Como forjamos o ferro, forjaremos outro século.

Coroados de júbilos,

os novos dias ver-nos-ão

musculosos  e fortes, desfilar ao Sol.

 

Veremos os campos, as cidades e as oficinas:

cada instrumento de trabalho será como uma arma:

- uma serra, uma chave, um martelo, uma foice -

e ocuparemos a terra como um exército em marcha,

saudando a vida com nosso canto unânime!

 



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